Mulher dançando sozinha em frente ao espelho do quarto, filmando com o celular

5 inspirações pra fazer negócio com sua dança (e quanto cobrar por ela)

Depois de mais de 25 anos vivendo da dança e ajudando outros artistas a viverem dela também, essas são as ideias que mais repito — porque são as que realmente mudam alguma coisa na prática.

1. Ande com pessoas que pensam como você

Suas amizades influenciam como você pensa, age e enxerga o mundo. Quanto mais artistas inspiradores ao seu redor, mais inspirado você fica — e a troca de ideias fica mais rica quando todo mundo tem objetivos parecidos.

2. Entenda que negócio é resolver problema

Usualdance — Collabs, Shows, Eventos, Coreografias

Quando você vende uma apresentação, um show ou uma aula, no fundo está resolvendo um problema de quem contratou. Eu, por exemplo, resolvo o problema de quem quer empreender na dança e ser remunerado por ela — pra isso, uso as redes sociais como ferramenta. Fazer negócio é oferecer seu trabalho numa prefeitura, numa academia, num projeto: sempre é resolver o problema de alguém.

3. Seja visionário

O que você fez no passado não importa tanto quanto o que vai fazer daqui pra frente. Quem tem visão enxerga oportunidade antes de conquistá-la, procura, corre atrás, cria a própria oportunidade — como se já estivesse vivendo o futuro que ainda está construindo.

4. Nunca pare de estudar

Não é sentar numa cadeira ouvindo professor chato. É ver vídeo produtivo, ler notícia sobre sua própria profissão, assistir outras formas de arte, interagir com gente inteligente, anotar tudo que for útil. Otimize seu tempo pra estudar sua arte e seu negócio — não lixo online.

5. Seja consistente

Gente de sucesso começa e termina — faz o que faz por dias, meses, anos, sabendo que vai ter dificuldade no caminho e já está preparada pra ela. Ninguém que não é consistente conquista um lugar de prestígio por aí.

Bônus: quanto cobrar pelo seu trabalho

Pesquise o mercado da dança na sua região em três faixas: quem cobra valores baixos, quem cobra valores médios, e quem cobra valores altos — geralmente quem tem mais visibilidade, mais contratação e nome reconhecido. Compare seu perfil com essa pesquisa e ajuste seu preço com realismo e sinceridade sobre seu próprio trabalho. E atenção: a pesquisa precisa ser no seu nicho específico — não adianta comparar cachê de espetáculo se seu caminho é influenciador de dança, por exemplo.

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